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Carménère: um ícone chileno

Em meio ao maravilhoso universo dos vinhos, o Chile ocupa um lugar de muito destaque. Privilegiado quanto ao clima e localização geográfica, é de lá que vêm rótulos de grande qualidade. Essa característica, aliás, tem aumentado significativamente com o passar do tempo – a ponto do país se tornar uma grande referência em meio aos apreciadores do celestial néctar da videira, especialistas ou não.

Seja como for, não há novidade no fato de que o a nação chilena é uma das principais produtoras da América Latina, e há quem afirme que as primeiras sementes de uva que vingaram em solo chileno foram levadas por missionários europeus no século XVI. De qualquer maneira, os vinhos produzidos no Chile apresentam nuances distintas graças às regiões de onde provêm – ou seja, há quinze vales que formam a geografia do vinho, de norte a sul do país, em meio aos quais destacam-se Casablanca, Aconcágua, Colchagua, Maule, Rapel, Maipo, Curicó e Limari.

E aqui é importante ressaltar que existem locais em que o ponto forte está centrado no cultivo de uvas; já a produção de vinho consiste na característica mais relevante em outras regiões.

Uvas & vinhos

As uvas mais plantadas no Chile são Cabernet Sauvignon, cujos vinhos inconfundíveis são mais leves, com menos tanino. Apresentam sabores de especiarias e frutas negras e são apreciados em todo o mundo por suas características marcantes: são macios, encorpados, redondos e muito agradáveis ao paladar – especialmente quando harmonizados com carnes grelhadas e assadas. Sua produção corresponde a 38% dos vinhos chilenos.

Em seguida, Sauvignon Blanc, caracterizado pelas notas de limão, pêssego e toranja. É o principal vinho branco no Chile e vai muito bem com saladas, queijos e frutos do mar. Há, ainda, Chardonnay, cujas notas de frutas tropicais remontam à Califórnia, nos Estados Unidos – e seus vinhos podem ser harmonizados com molhos brancos, carnes como vitela e queijos curados.

A uva Syrah traz notas de frutas vermelhas e negras ao paladar. Tem obtido grande destaque nos últimos tempos em meio aos mais exigentes apreciadores de vinhos – e é altamente recomendável junto a grelhados e assados com molhos marcantes, estruturados. E, claro, a Pinot Noir – cujos vinhos aromáticos e com baixo índice tânico são cada vez mais procurados. Harmonizam perfeitamente com legumes, risotos, saladas e frutos do mar.

Sua majestade, o vinho Carménère

Já a Carménère, proveniente da região de Bordeaux, na França, é uma das principais uvas chilenas. Foi identificada em meio às uvas Merlot, é considerada a casta que simboliza a produção de vinho no Chile. Em sua terra de origem, essa variedade foi destruída pela praga filoxera, responsável por dizimar vinhedos europeus séculos atrás. E é por meio dessa uva tão valiosa são produzidos excelentes vinhos gastronômicos levemente herbáceos, frutados, macios e condimentados – e sugere-se, para uma harmonização adequada, perus e aves brancas.

O Chile, portanto, é reconhecido como um dos grandes produtores mundiais – e seus rótulos, além da qualidade reconhecidamente elevada, são consumidos no mundo inteiro.  Na verdade, o país já possui uma forte tradição como uma terra cujos vinhos possuem características inconfundíveis. É importante sublinhar, ainda, outra aspecto relevante: o ótimo custo-benefício. Por esta razão, nossa recomendação é que você acesse o site da  VinhoClic, que possui em sua adega uma seleção de excelentes vinhos chilenos, e conheça todas as ofertas que disponibilizamos para apreciadores, experientes ou não. Acesse: www.vinhoclic.com.br

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